12 semanas · intensivo
Para quem tem prazo
Cerca de 8 horas por semana, em 1 ciclo focados nas lacunas que mais pesam.
Carreira em 2026 e 2027
Quem atua como engenheiro(a) de plataforma constrói as ferramentas internas, pipelines e clusters que permitem às equipes de produto entregar sem virar especialistas em infraestrutura. A plataforma é tratada como produto cujos clientes são desenvolvedores, medido pela rapidez e segurança com que eles entregam.
Conteúdo revisado em 20 de outubro de 2026
Sênior
Responde pela plataforma como produto: seu portal, suas interfaces, sua cadeia de suprimentos e se os desenvolvedores estão de fato em situação melhor.
Além de manter as ferramentas no ar, o dia inclui decidir o que a plataforma oferece, conversar com as equipes que a usam e defender investimentos com dados. Em relação ao pleno, você deixa de resolver pedidos isolados e molda as interfaces e a estrutura de equipes que os eliminam.
Score médio exigido: 75%
Self-Service Infrastructure
Por quê: Permite desenhar o self-service com proteções de custo, segurança e responsabilidade, para as equipes criarem ambientes à vontade sem que um banco esquecido e desprotegido apareça na fatura.
Developer Portal (Backstage)
Por quê: Permite operar um catálogo de serviços no Backstage com responsáveis, docs e links, para que num incidente qualquer pessoa descubra em segundos quem é dono do serviço que falha.
Kubernetes Operations
Por quê: Permite definir cadência de atualização, modelo de multitenancy e políticas para os clusters de várias equipes e planejar a troca de versões para que uma API removida não quebre aplicações que não são suas.
Helm Chart Design
Por quê: Permite versionar um chart compartilhado e gerir suas dependências e atualizações, para que mudar um default não altere em silêncio o deploy de dezenas de serviços.
Terraform Modules & State
Por quê: Permite governar versões de módulos e layout de estado entre contas, para que uma mudança num módulo de rede compartilhado seja implantada de forma deliberada e não quebre todos os consumidores no próximo apply.
GitOps (ArgoCD/Flux)
Por quê: Permite estruturar repositórios e promoção de GitOps para muitas equipes, decidindo quem pode alterar o quê, para que desvios e disputas de responsabilidade não se acumulem à medida que você escala.
Build Optimization & Caching
Por quê: Permite dimensionar a infraestrutura de build e os caches remotos da empresa e mostrar as horas de engenharia economizadas, que é como você justifica o orçamento disso.
Artifact Management
Por quê: Permite promover uma mesma imagem assinada entre ambientes a partir de um registry controlado, para que o que rodou no staging seja o que chega à produção e uma dependência comprometida possa ser rastreada.
Centralized Logging
Por quê: Permite decidir retenção, indexação e custo da plataforma de logs para a empresa toda, para que a busca em incidentes continue rápida sem a conta de logs crescer mais que o tráfego.
Metrics & Dashboarding (Prometheus/Grafana)
Por quê: Permite definir um padrão de nomes e cardinalidade de métricas, para que uma equipe que adiciona um label de alta cardinalidade não sobrecarregue o Prometheus e os dashboards sigam comparáveis entre serviços.
Platform Team Topologies
Por quê: Permite explicar por que a equipe de plataforma oferece serviços em vez de atender tickets e definir sua interação com as equipes de fluxo para que ela não vire gargalo.
API-First Platform Design
Por quê: Permite expor capacidades da plataforma por APIs versionadas, para que outras equipes automatizem em cima delas e você mude o interno sem quebrar os scripts delas.
Internal Developer Platforms
Por quê: Permite conectar pipelines, infraestrutura e documentação numa plataforma interna única, para o desenvolvedor ir da ideia a um serviço rodando por um caminho só em vez de cinco ferramentas.
Developer Experience Metrics
Por quê: Permite combinar números DORA com pesquisas com desenvolvedores para mostrar se a plataforma ajuda e escolher o próximo investimento por evidência e não pelo pedido mais barulhento.
Cada nível desta carreira corresponde a uma trilha de estudo. Leia o mapa completo de tópicos de graça e depois meça seu nível.
12 semanas · intensivo
Cerca de 8 horas por semana, em 1 ciclo focados nas lacunas que mais pesam.
40 semanas · regular
Cerca de 4 horas por semana, em 3 ciclos. Cada ciclo leva o que ficou pendente do anterior.
Quem atua como engenheiro(a) de plataforma constrói as ferramentas internas, pipelines e clusters que permitem às equipes de produto entregar sem virar especialistas em infraestrutura. A plataforma é tratada como produto cujos clientes são desenvolvedores, medido pela rapidez e segurança com que eles entregam.
Engenheiro(a) de Plataforma está mapeado em 3 níveis: Pleno, Sênior e Especialista. Abra cada nível acima para ver as habilidades que ele precisa comprovar.
O plano tem 2 ritmos: 12 semanas por nível, com cerca de 8 horas por semana (intensivo) e 40 semanas por nível, com cerca de 4 horas por semana (regular).
Uma sessão de estudo para cada tema novo, no seu nível.
Aulas práticas de uso de IA no dia a dia da sua carreira.
Cada requisito é provado por medição, não por um checkbox.
No fim de cada ciclo você vê o que avançou e o que segue para o próximo.
Um diagnóstico curto mede as habilidades que você já tem. A jornada começa daí.